No dia 13 de maio de 2026, a Ponte Hercílio Luz chega ao seu centenário consolidada como o principal símbolo de Florianópolis e uma das estruturas históricas mais relevantes do Brasil. Inaugurada em 1926, a ponte atravessou décadas de uso, interdição e, mais recentemente, um dos processos de restauro mais complexos já realizados no país.
Durante anos fechada devido às condições estruturais, a ponte deixou de cumprir sua função de conexão entre a Ilha e o continente, impactando não apenas a mobilidade urbana, mas também a relação da cidade com um de seus marcos mais emblemáticos. A retomada desse vínculo só foi possível após um longo processo de recuperação, concluído com a reabertura ao público em 2019.
A fase final da obra envolveu uma série de intervenções técnicas complementares, fundamentais para viabilizar o uso pleno da estrutura. Entre elas, a implantação da nova passarela, que passou a integrar o fluxo de pedestres e a ampliar a ocupação da ponte no cotidiano da cidade.
Foi nesse momento que a Comarchi atuou diretamente na obra. A empresa participou da etapa final do projeto, sendo responsável pela execução do muro em pedra da passarela, uma solução que exigiu não apenas domínio técnico, mas também atenção à integração com as características originais da estrutura. O trabalho foi realizado em parceria com a construtora responsável pelo restauro, dentro de um contexto que demandava precisão, controle de execução e respeito ao valor histórico do patrimônio.
Para a Comarchi, a participação na obra vai além da entrega técnica. Representa uma conexão direta com a cidade onde a empresa se desenvolveu e consolidou sua atuação em engenharia geotécnica e infraestrutura.
“A participação na etapa final da Ponte Hercílio Luz carrega um significado que ultrapassa o aspecto técnico. Trata-se de contribuir, de forma concreta, para a reativação de um dos principais símbolos de Florianópolis, com o cuidado que uma estrutura dessa relevância exige” , afirma Leonor Warmeling.
Ao completar 100 anos, a Ponte Hercílio Luz reafirma seu papel como elo entre passado e presente. Mais do que uma travessia, permanece como um marco da engenharia brasileira e um ativo simbólico da cidade, agora novamente integrado à sua dinâmica urbana.